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Eleição terá pouco tempo de campanha e muito a ser feito

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Passado o prazo para realização das convenções partidárias, candidatos, dirigentes e partidos voltam suas atenções para questões estratégicas das campanhas. Além das coordenações de áreas estratégicas, de linhas de comunicação que serão adotadas, da elaboração e produção dos programas eleitorais de rádio e TV, há a atenção especial para as redes sociais.

Já amplamente exploradas nas campanhas presidencial de 2018 e municipal de 2020, as redes sociais não apenas se tornaram ainda mais decisivas, mas estão cada vez mais profissionais. O cenário exigirá dedicação, tempo e recursos dos candidatos e coligações, que terão ainda de aprimorar as fórmulas dos programas de rádio e TV, que não raro são naturalmente enfadonhos.

A campanha começa oficialmente no dia 16 deste mês, mas as veiculações entram no ar no dia 26. O primeiro turno está marcado para 2 de outubro, e o segundo para o dia 30 de outubro. Candidatos à presidência da República e aos governos dos estados e Distrito Federal têm mais tempo para conseguir buscar os votos dos eleitores, já que as disputas têm duas etapas. Candidatos proporcionais, no entanto, que disputam cadeiras na Câmara, nas assembleias legislativas e no Senado, cujas eleições são de apenas um turno, terão apenas 46 dias para buscar os apoios necessários que garantam que sejam os escolhidos nas urnas.

Na eleição de 2018, foram 50 dias de campanha. A deste ano será uma das mais curtas dos últimos tempos. Espera-se que os candidatos aproveitem o tempo para falar de propostas que realmente importam para a população. 


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